<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918</id><updated>2011-07-14T14:28:12.469-07:00</updated><title type='text'>Kaiser Guilherme II</title><subtitle type='html'>O Kaiser Guilherme II (1859-1941), filho de Frederico III e neto da Rainha Vitória, tornou-se imperador germânico em 1888. Militarista, demitiu Bismarck e transformou a Realpolitik em Weltpolitik. Sonhava superar a Marinha Britânica. Em 1918, com a iminente derrota na Primeira Guerra Mundial, abdicou, vivendo em exílio na Holanda até sua morte.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-1259545351070639681</id><published>2009-07-30T12:29:00.001-07:00</published><updated>2009-07-30T12:29:03.746-07:00</updated><title type='text'>Esporte Interativo - ConheÃÆÃÂ§a a infÃÆÃÂ¢ncia do fenÃÆÃÂ´meno</title><content type='html'>&lt;a href="http://homolog.esporteinterativo.com.br/Noticia.aspx?idNoticia=2868"&gt;Esporte Interativo - ConheÃÆÃÂ§a a infÃÆÃÂ¢ncia do fenÃÆÃÂ´meno&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shared via &lt;a href="http://addthis.com"&gt;AddThis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-1259545351070639681?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/1259545351070639681/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=1259545351070639681' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/1259545351070639681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/1259545351070639681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2009/07/esporte-interativo-conheaaaa-infaaancia.html' title='Esporte Interativo - ConheÃÆÃÂ§a a infÃÆÃÂ¢ncia do fenÃÆÃÂ´meno'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111949601668849470</id><published>2005-06-22T20:05:00.000-07:00</published><updated>2005-06-22T20:06:56.693-07:00</updated><title type='text'>Portugal e a Sociedade Civil na Conferência de Berlim</title><content type='html'>Foi realizada na última tarde, em Berlim, uma Conferência a respeito das suspeitas de atrocidades contra a população do Congo, sob a responsabilidade da importante figura do Rei Leopoldo. A Conferência contou com a presença de diversas nações, como França, Inglaterra, Estados Unidos da América e Portugal.&lt;br /&gt;         A participação desta última nação mereceu especial destaque. Portugal se apresentou revelando seu interesse na resolução da questão, pois possui territórios próximos. Ele desmentiu acusações do Rei Leopoldo de que o posicionamento lusitano escondia um ímpeto imperialista. Ainda denunciou o abuso contra os “direitos humanos” - esse conceito suscitou dúvidas a respeito de sua definição - por parte de Rei Leopoldo em seus domínios no Congo e sugeriu uma intervenção no território para a verificação dos abusos desses direitos, sendo apoiado pelo Reino da Inglaterra.&lt;br /&gt;         A partir dessa observação portuguesa, a sociedade civil demonstrou-se espantada com o comprometimento do rei Leopoldo, ironizando seu discurso civilizador, posto que, na verdade, a missão do monarca significaria exploração do povo nativo. O rei Leopoldo respondeu se defendendo das acusações e indagou o motivo das reclamações da Sociedade Civil, reafirmando suas intenções filantrópicas na região.&lt;br /&gt;Portugal, posicionando-se mais uma vez em posição contrária a do rei Leopoldo fez ainda mais repreensões. Disse ser mero pretexto a alegação filantrópica do rei quanto ao território africano do Congo. Também demonstrou não confiar na falta de pretensão alemã na África.&lt;br /&gt;         Em dado momento da conferência, Portugal recebeu apoio da Grã-Bretanha, que observou a urgência da causa que os lusitanos buscavam investigar.&lt;br /&gt;         Portugal também rechaça as idéias de livre comércio propostas então, por acreditar que se tratam de simples tentativas de suborno, para que se fechassem os olhos para a “grave situação do Congo”, o que era inaceitável.&lt;br /&gt;         Mais uma vez, a sociedade civil se manifestou, chamando de vergonhosa a situação no Congo, mostrando como comprovações dessas acusações a viagem de um jornalista do US African Journal naquele país, relatando as severas punições por que passavam os nativos daquele país, incluindo até mesmo livros de instruções cruéis para o tratamento de prisioneiros. Pediram, nesse momento, confiança em quem já havia estado no Congo, clamando para que todos abrissem seus olhos.&lt;br /&gt;         Entretanto, o representante do Congo não se mostrou atingido pelas acusações da sociedade civil. Disse, até mesmo, que esta representava um mísero “zumbido” aos seus ouvidos, não representando nenhuma ameaça à sua soberania.        &lt;br /&gt;         Finalizando a conferência, o representante de Portugal demonstrou sua insatisfação extrema com o desenrolar da conferência. Afirmou que se estava entregando a população do Congo a um “açougueiro!”. Lamentou perceber que a África seria sempre um espaço esquecido e abandonado. E finalizou dizendo que o rei Leopoldo estava cantando vitória antes do fim da Conferência.Aguardamos o desenrolar da história do Congo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111949601668849470?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111949601668849470/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111949601668849470' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111949601668849470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111949601668849470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/portugal-e-sociedade-civil-na.html' title='Portugal e a Sociedade Civil na Conferência de Berlim'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111913811828273342</id><published>2005-06-18T16:39:00.000-07:00</published><updated>2005-06-18T16:41:58.286-07:00</updated><title type='text'>Plágio</title><content type='html'>Atualmente, em pleno século XXI, a proliferação de textos e assuntos nas páginas da internet causam uma certa banalização, assim, as pessoas acabam fazendo uso dessas informações esquecendo-se de que podem estar cometendo um crime hediondo, o plágio.&lt;br /&gt; No Brasil, em 19 de fevereiro de 1998, foi criada a lei número 9.610 a qual de acordo com o Ministério da cultura ‘’regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos.”, e não autoriza a reprodução de obras de outros autores.&lt;br /&gt; A lei dos direitos autorais favorece a todas as pessoas físicas para que possam criar obras artísticas tais como textos, músicas, pinturas, e não sofram plágios, garantindo com que respeitem seus trabalhos. Para que se possa usar obras de outros autores é necessário que peça autorização ou em caso de textos se use aspas e se refira ao criador da obra.&lt;br /&gt; Conclui-se que é de extrema importância que todos cidadãos conheçam leis como esta para que não cometam crimes e que as respeitem beneficiando a todos criadores e usuários de suas obras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111913811828273342?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111913811828273342/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111913811828273342' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111913811828273342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111913811828273342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/plgio.html' title='Plágio'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111897832769265927</id><published>2005-06-16T20:09:00.000-07:00</published><updated>2005-06-16T20:21:06.360-07:00</updated><title type='text'>As Grandes Guerras e a Ruptura</title><content type='html'>A transformação do cenário político mundial do século XIX para o século XX é o tema abordado pelos autores. Essa fase marcada pelo expansionismo europeu na Ásia e África e pela supremacia do continente europeu nas relações internacionais. Barraclough vê na Segunda Guerra Mundial o marco decisivo para o fim do sistema europeu de equilíbrio de poder. Sistema esse que através do expansionismo europeu se difundiu pelo mundo e de certa forma globalizou o sistema de equilíbrio da Europa. Dessa forma, na sua visão o sistema multipolar dominante é gradualmente substituído por um sistema bipolar de potencias fora do velho continente.A visão de Arno Mayer discorda dessa sobreposição de sistema de poder, ele aborda que na verdade houve é que elementos feudais sobreviveram no antigo regime e ainda dominam a Europa, e que dessa forma a primeira Guerra Mundial continuavam a existir, impedindo um novo sistema europeu. A sociedade européia é totalmente marcada por uma “sociedade agrária de ordens”, ou seja, a nobreza continuava a controlar a comunidade, agora através de sue papel de primazia no serviço público e no exército. A importância da igreja, também ligada a riqueza da terra, demonstra a manutenção da mesma estrutura feudal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barraclough a fragmentação da Europa criou um conjunto de Estados fracos e com juntamente com as duas Grandes Guerras o sistema europeu de equilíbrio não foi forte para sustentar isso e com isso, houve a ascensão de novos centros de poder. Porém é importante ressaltar que a decadência européia não significou no crescimento instantâneo de pólos de poder, eles estavam num processo de ascensão antes do declínio. A Europa sempre subestimou o papel norte americano nas relações internacionais, provavelmente se baseando no seu histórico de isolacionismo. No entanto para Arno Mayer, o que houve foi a subestimação das forças do antigo regime em lutar pela sua manutenção o que resultou numa visão distorcida do século XIX e do inicio do século XX. A entrada da Japão e dos Estados Unidos e da Rússia na ocupação chinesa provocou uma mudança brusca na política externa desses paises e no sistema europeu. Essa entrada marca a ascensão que os traz definitivamente e para sempre para a cena mundial. Porém é a partir do imperialismo no Extremo Oriente, que o novo sistema de poder mundial é formado. A rivalidades entre os EUA e a Rússia nasce desse ponto, criando um atrito que marcará o século seguinte. A partir desses acontecimentos começa ocorrer a subordinação dos problemas europeus aos problemas mundiais -que já não são sinônimos-, o que indica que os centro de poder, nesse momento, estão se deslocando, causando a perda de posição da Europa, consolidando a decadência do velho mundo. A tensão norte americana russa se tornou mais forte com os interesses expansionistas japoneses. Isso marca o início das tensões se permeariam o século XX e como diz o autor, “até acabar por dividir o mundo em dois campos hostis”.Porém, a perda de primazia européia não aconteceu sem luta, a Europa tentou continuar na sua antiga posição no cenário internacional, no inicio do século XX, que é por causa disso a confusão na cena mundial, um luta entre dois sistemas. Uma série de antagonismos europeus se firmaram, numa tentativa desesperada de controlar o continente como forma e se manter num papel de primazia na política externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira guerra mundial foi para Barraclough “a Primeira Guerra foi a reação da Alemanha a uma nova constelação de forças mundiais” o que evidencia a luta interna européia contra o novo sistema. A Primeira Guerra acabou dando ao Japão a possibilidade de consolidação do seu domínio do Pacífico, e destruiu por fim o equilíbrio de poder, embora os paises, no inicio da guerra, não acreditassem que essa mudaria o sistema, na verdade acreditam que “conduziria ao restabelecimento de um equilíbrio europeu de poder, sem perturbar acentuadamente o status quo interno em qualquer das principais nações beligerantes”. Já na visão de Arno Mayer, a primeira grande guerra foi a “remobilização contemporânea dos anciens régimes da Europa”, foi então uma tentativa da velha ordem que sobreviveu ao antigo regime de permanecer. A transformação da economia ligada a terá em uma economia capitalista se deu através do crescimento de pequenas e medias empresas que comandavam o setor industrial, marcando um capitalismo empresarial que gerou uma burguesia industrial. Porém, com o tempo essa burguesia passa ter o controle econômico do Estado, mas não possui o poder político, controlado pela nobreza. Essa nova classe não tinha “consciência de classe”, tinha como objetivo se igualar a nobreza. Em 1914, a Europa era marcada por essa elite arcaica, estática, agrária. Porém, com o acirramento das tensões, a Europa entrou numa guerra, a qual decretou o fim do Antigo Regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão de Barraclough é de que as Grandes Guerras serviram para destruir o Antigo sistema europeu de equilíbrio de poder, marcado o fim da primazia européia no cenário internacional. Já para Mayer a Primeira Guerra foi o fim de um regime que sobreviveu séculos, a permanência das elites agrárias no poder do velho continente se deu graças a sua “consciência de classe” e a sua falta na classe burguesa, mais dinâmica, que aceitou o poder de forma incontestável da nobreza mesmo tendo sustentado o estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111897832769265927?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111897832769265927/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111897832769265927' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111897832769265927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111897832769265927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/as-grandes-guerras-e-ruptura.html' title='As Grandes Guerras e a Ruptura'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111888955991250734</id><published>2005-06-15T18:38:00.000-07:00</published><updated>2005-06-15T19:44:18.653-07:00</updated><title type='text'>A expansão das fronteiras da industrialização</title><content type='html'>1)&lt;br /&gt;O autor Barraclough diferencia as duas revoluções industriais, “O que sucedeu nas décadas finais do século XIX não foi, porém, uma simples expansão do processo de industrialização que começara na Inglaterra um século antes, até tornar-se mundial.”, para ele a segunda revolução industrial teve aspectos mais científicos, causando impacto mais imediato na população que a vivenciou. “A idade do carvão e do ferro fora substituída, depois de 1870, pela era do aço, da eletricidade, do petróleo e dos produtos químicos.”. A Inglaterra, que já havia participado e se desenvolvido na primeira revolução industrial, a qual ficou mais restrita a Europa, não sofreu tantas mudanças na segunda revolução industrial, que se estendeu ao mundo. O sistema ferroviário foi um importante “sistema de comunicações” da “era da estrada de ferro” para escoar produtos e para obter matéria prima. Na segunda revolução industrial, a partir de 1870, um dos pontos de principal mudança foi na estrutura das relações internacionais, as potências da Europa deixavam de ser únicas e absolutas e as questões mundiais não mais eram decididas apenas por estas. Barraclough conclui que o fim do século XIX “foi o divisor de águas entre a História moderna e a contemporânea.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIX, a partir de 1870, o imperialismo foi uma transição do capitalismo de livre comércio para o capitalismo monopolista. O imperialismo foi conseqüência do intenso crescimento industrial, da competição por mercados e da crise econômica causada pela superprodução. Potências como Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos e anos depois o Japão disputaram novos mercados e regiões para investimento, fazendo uso de uma política expansionista. Hobsbawm define o imperialismo no fim do século XIX como “indubitavelmente “novo””, para o autor era “provável que uma economia mundial cujo ritmo era determinado por seu núcleo capitalista desenvolvido ou em desenvolvimento se transformasse num mundo onde os “avançados” dominariam os “atrasados”, em suma, num mundo de império.”. Hobsbawm continua sua definição dizendo que ”a repartição do mundo entre um pequeno número de Estados imperiais, foi a expressão mais espetacular da crescente divisão do planeta em fortes e fracos”, “entre 1876 e 1915, cerca de 1 quarto da superfície continental do globo foi distribuído ou redistribuído como colônia, entre meia dúzia de Estados.” Ele diz que o colonialismo não foi o único aspecto de modificação das questões no mundo no imperialismo, mas foi “com toda a clareza, o impacto mais imediato.”. Lênin faz sua definição de imperialismo como “substituição da livre concorrência capitalista pelos monopólios capitalistas.”. Por fim define o imperialismo como “o capitalismo chegando a uma fase de desenvolvimento onde se afirma a dominação dos monopólios e do capital financeiro, onde a exportação dos capitais adquiriu uma importância de primeiro plano, onde começou a partilha do mundo entre os trustes internacionais e onde se pôs termo a partilha de todo território do globo, entre as maiores potências.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: A revolução industrial trouxe um enorme progresso para a Europa, e com um grande volume de dinheiro. O forte crescimento econômico gerou crises de superprodução e uma necessidade por mercados. Enfim, o desenvolvimento industrial acarretou num excesso de recursos financeiros no velho mundo. A forma de escorar esses recursos encontrada foi o imperialismo, ou seja, os investimentos fora da Europa. A política expansionista foi vista como uma maneira de exportar capitais e com isso ganhar enormes lucros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111888955991250734?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111888955991250734/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111888955991250734' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111888955991250734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111888955991250734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/expanso-das-fronteiras-da.html' title='A expansão das fronteiras da industrialização'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111852670633987144</id><published>2005-06-11T14:51:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:51:46.343-07:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111852670633987144?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111852670633987144/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111852670633987144' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111852670633987144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111852670633987144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111837820975177465</id><published>2005-06-09T20:13:00.000-07:00</published><updated>2005-06-09T21:36:49.756-07:00</updated><title type='text'>O alvorecer de uma nova nação</title><content type='html'>A Alemanha está em festa. Seu primeiro imperador, Guilherme I, foi coroado ontem, no palácio de Versalhes, na França, marcando o início da união dos povos germânicos sob um único governo após um longo processo envolvendo tratados e guerras. &lt;br /&gt;O antigo Reino da Prússia, em vão, havia feito uma tentativa de união política dos povos alemães, mas foi fortemente reprimida pelos austríacos que controlavam os Estados germânicos por meio da Confederação Germânica. Uma nova tentativa de união foi realizada através do Zollverein, união aduaneira entre os Estados germânicos, a qual conseguiu desenvolvê-los economicamente e interligá-los.&lt;br /&gt;O primeiro-ministro prussiano Otto von Bismarck aperfeiçoou o poderio militar da Prússia, pois acreditava que para a unificação ser realizada, a influência política da Áustria teria de ser eliminada. Habilmente, Bismarck fez a Prússia se aliar aos austríacos em uma guerra pelos ducados dinamarqueses de população germânica, Schleswig e Holstein, na qual cada Estado ficaria responsável pela administração de um deles, e critica a Áustria em sua administração, invadindo o Holstein e provocando uma guerra austro-prussiana, que durou seis semanas, com a vitória da Prússia. A Áustria, então, teve de assinar o Tratado de Praga, onde declarava sua saída da Confederação Germânica, que foi dissolvida.Assim foi criada a Confederação da Alemanha do Norte, presidida pelo rei da Prússia e muito fortalecida pela anexação de Estados que haviam se aliado aos austríacos. &lt;br /&gt;Por sua neutralidade durante o conflito entre a Prússia e a Áustria, o imperador francês Napoleão III, se achou no direito de reclamar territórios no Reno. Isso serviu para que os Estados germânicos os quais ainda não haviam se juntado à Prússia, se enchessem do espírito nacionalista alemão e se voltassem contra França, junto aos prussianos, constituindo uma aliança militar.  Mas a candidatura à sucessão do trono espanhol pelo príncipe prussiano Leopoldo de Hohenzollern fez os franceses se sentirem intimidados e reivindicarem. Mesmo o príncipe Leopoldo tendo retirado a sua candidatura, os franceses continuam a fazer novas exigências a Prússia, que respondeu de modo tal que a França declarou guerra a ela.&lt;br /&gt;A guerra franco-prussiana deu à Prússia, vencedora, os territórios da Alsácia-Lorena, além da oportunidade de ver nascer a Monarquia Federal da Alemanha sob o teto do símbolo da soberania francesa, revelando desde seus primeiros passos sua capacidade de dominar seus inimigos e seu potencial para se tornar uma nação tão forte como jamais tenha sido visto antes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111837820975177465?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111837820975177465/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111837820975177465' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111837820975177465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111837820975177465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/o-alvorecer-de-uma-nova-nao.html' title='O alvorecer de uma nova nação'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111818932642502641</id><published>2005-06-07T17:06:00.000-07:00</published><updated>2005-06-07T17:48:31.726-07:00</updated><title type='text'>Bismarck: Um Homem de Virtù</title><content type='html'>Otto Von Bismarck provocou grandes e importantes mudanças na conjuntura européia do século XIX. Seguindo a " ferro e sangue" a &lt;em&gt;Realpolitik&lt;/em&gt; ele foi um dos maiores responsáveis para a unificação alemã sob a lidererança prussiana, objetivo principal de sua política, bem como para a ascenção da Alemanha como grande potência, em detrimento da França frágil de Napoleão III -de cuja incompetência Bismarck se aproveitou- causando enormes transformações na balança de poder da Europa, determinando, enfim, a derrocada do " Sistema de Metternich" que vigorava anteriormente. Bismarck subjulgou o princípio da legitimidade ao do patriotismo prussiano a fim de alcançar seus objetivos. Ele também acreditava que as relações internacionais baseavam-se na força e no poder, seguindo, portanto, a vontade das grandes potências. Assim, ele buscou fortalecer a Prússia de todas as formas (fortaleceu, por exemplo, a burguesia através da &lt;em&gt;Via Prussiana&lt;/em&gt;, evitando uma Revolução) , e acreditava que as capacidades militar, econômica e governamental prussianas garantiriam sua primazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de defrontar-se com a questão de poder européia, o "Chanceler de Ferro" teve como desafio o equilíbrio interno alemão. Sua rival no projeto de unificação era a Áustria, e a estratégia adotada foi de enfraquecê-la. Para tanto, o estadista prussiano após aliar-se à sua inimiga (demonstrando sua flexibilidade diplomática) para derrotar a Dinamarca na questão dos ducados de &lt;em&gt;Schlesing&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Holestein&lt;/em&gt;, utilizou o progresso de &lt;em&gt;Schlesin&lt;/em&gt;g, sob seu domínio, como propaganda, em contraste à decadência de &lt;em&gt;Holstein&lt;/em&gt;, dominado pelos austríacos. Posteriormente, ainda a fim de minar a força inimiga, Bismarck insuflou a guerra Austro-prussiana, na qual o poderoso exército da Prússia derrotou com incrível rapidez as forças da Áustria. Além disso, para fazer frente à força econômica da vizinha, Bismarck buscou fortalecer politicamente a Prússia, aliando-se com os demais estados alemães na criação do &lt;em&gt;Zollverein&lt;/em&gt;, excluindo a Áustria. Outra guerra "provocada" pelo Chanceler foi a Franco-prussiana. Tal conflito contribui para a " Comuna de Paris", para a perda da Alsácia-Lorena da França para a Prússia, e para a criação de um Revanchismo francês em relação à Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sentimento revanchista foi uma conseqüência negativa das políticas prussianas, e pode-se dizer que ele contribuiu para a eclosão da I Guerra Mundial anos mais tarde. Outro fator de tensão que foi gerado na região também se deve à aplicação literal da &lt;em&gt;Realpolitik&lt;/em&gt; que contribuiu para uma política armamentista por parte dos sucessores e imitadores de Bismarck, criando excessiva dependência da força militar, o que também pode ter contribuído para as grandes guerras. Outra justificativa para esses conflitos posteriores que possa ligar-se às realizações de Bismarck é que passou a haver uma quantidade menor de atores no sistema internacional, porém mais poderosos,  dificultando negociações pacíficas sem exibições de força. Outra política com conseqüências desagradáveis para Bismarck foi a &lt;em&gt;Kulturkampf&lt;/em&gt;, levando-o a perseguir católicos que acabaram criando um partido contra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma percebe-se que as políticas insensíveis a ideologias de Bismarck alteraram realmente a Europa conhecida. Embora possamos enxergar algumas de suas atitudes como geradoras de discórdias futuras, a genialidade desse revolucionário conservador transformou a Alemanha unificada imediatamente numa potência européia, superando a França. Ele teve ótima visão ao tomar suas decisões políticas, conquistando seus objetivos de forma brilhante, sendo digno de ser nomeado como " cheio de Virtù", no sentido maquiavélico, posto que soube subjugar seu conservadorismo pesoal aos interesses maiores do estado prussiano, a fim de conquistar a unificação e supremazia alemãs. Ao ser o precursor na introdução do voto universal masculino e de um amplo sistema de previdência social Otto Von Bismarck mais uma vez demostrou-se um estadista bastante competente. Enfim, a única falha real de seus planos foi ter criado um sistema dependente de sua astúcia política, que não foi habilmente imitada até hoje por não encontrar sucessor capaz de copiá-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111818932642502641?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111818932642502641/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111818932642502641' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111818932642502641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111818932642502641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/bismarck-um-homem-de-virt.html' title='Bismarck: Um Homem de Virtù'/><author><name>Marcia Cristina Pulcherio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06524785189326589925</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111776969120807496</id><published>2005-06-02T20:23:00.000-07:00</published><updated>2005-06-02T20:34:51.213-07:00</updated><title type='text'>Uma visão do Manifesto Comunista para o Sistema Internacional Moderno</title><content type='html'>Para comemorar os 150 anos da primeira publicação do &lt;em&gt;Manifesto Comunista&lt;/em&gt;, o autor Luis Fernandes retoma pontos pouco explorados por Marx e Engels. O principal ponto de análise dele sobre &lt;em&gt;O Manifesto Comunista&lt;/em&gt; é estabelecer a ligação deste com o sistema internacional contemporâneo. O autor reconhece a obra como um dos textos que mais influenciaram a configuração mundial, principalmente porque Marx e Engels conseguiram perceber o processo de ruptura que constitui o mundo moderno, sendo a modernidade de fato constituída pelo capitalismo e suas expressões. Luis Fernandes propõe uma analise pouco utilizada do &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; e afirmar que este teve importância grande na compreensão do sistema internacional moderno, se colocando em um papel diferente de uma maioria que considera distintas as reflexões marxistas e os estudos de relações internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua analise começa identificando que o &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; expressa a lógica do capitalismo como uma lógica de expansão global, onde de modo assustador, um determinado modo de produção integrou todo o mundo em um único mercado, independente de qualquer outras diferenças que pudessem haver entre os povos. Segundo a narrativa histórica do &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;, esse processo de globalização econômica se iniciou com os descobrimentos, colonizações e possíveis novas rotas de comércio, e suas conseqüentes intensificações dos fluxos globais do comércio, que fizeram necessário um desenvolvimento das formas de produção, até chegarem a indústria capitalista moderna. Dessa forma, o sistema capitalista já nasce tendo um aspecto transnacional. Outro aspecto abordado pelo autor no &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;, é a ascensão social e política da burguesia, que teve conseqüências enormes para o sistema internacional, sendo elas a centralização política, e a conseqüente formação do Estado Nacional como um poder secular absolutista. A antiga fragmentação política do feudalismo foi desfeita numa unificação de nação, governo, lei, interesse de classe e barreira alfandegário, como um reflexo do próprio sistema. O auge desta mudança foi o Tratado de Vestfália em 1648, onde houve o reconhecimento dos poderes soberanos dos Estados e se formou o sistema internacional moderno. &lt;em&gt;O Manifesto&lt;/em&gt; apresenta a contradição “de processos transnacionais e internacionais na constituição capitalista do mundo moderno”, sendo este o ponto principal levantado pelo autor para a contribuição do &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; nas teorias dos estudos internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Manifesto&lt;/em&gt; apresenta o capitalismo como um animal feroz que se expande territorialmente de forma rápida e fulminante, consumindo culturas e civilizações independente das fronteiras nacionais. O autor, em seu eufemismo, considera que hoje as analises de Marx seriam exageradas já que a literatura não estaria universalizada, o mercado mundial estaria longe de ter a industria como base nacional, e o humanismo universal estaria longe de substituir a estreiteza e o exclusivismo nacional, como principais referências de identidade. De fato nossa cultura e literatura estão próximas de atingirem um nível universal, devido à evolução dos meios de comunicação em massa e da pressão que a mídia impõe sobre as massas de todo o mundo. E se o mercado tem como bases as trocas comerciais, em sua grande maioria de produtos industrializados, ele tem como base a indústria. Sem contar com o crescimento do humanismo universal, expresso principalmente pelo número crescente de ONGs e outros órgãos e leis que tem como objetivo ações humanistas. Além disso, Luis Fernandes acrescenta corretamente em uma crítica ao que Marx e Engels colocam, que a unificação capitalista não é homogênea e não reflete a imagem do desenvolvimento dos países centrais, pelo contrário ela coloca desde o seu inicio uma desigualdade entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim,o autor constata que a principal inovação do século XX não foi a globalização econômica, já que esta se desenvolveu muito no século XX, mas já existia de forma sólida no século XIX, mas “ a expansão do sistema de comunidades políticas soberanas para o conjunto do planeta”. Segundo é estudado no &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;, e analisado por Luis Fernandes, a junção do desenvolvimento do caráter transnacional e internacional do capitalismo trás ao sistema internacional uma estrutura desigual do poder político, militar, diplomático e econômico. E é exatamente isso que o autor chama de “elo perdido” do sistema internacional, que é captado por Marx e Engels em oposição aos demais autores que colocam que o balanço de poder é resultado de qualquer sistema anárquico. Para ele ainda falta um longo passo para das compreensões históricas formuladas pelo &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; se chegar a um entendimento pleno do sistema internacional moderno, entretanto esses devem partir exatamente das análises de Marx e Engels.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111776969120807496?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111776969120807496/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111776969120807496' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111776969120807496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111776969120807496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/06/uma-viso-do-manifesto-comunista-para-o.html' title='Uma visão do Manifesto Comunista para o Sistema Internacional Moderno'/><author><name>Nathalia Dreyer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00691793651735413533</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111759252353772294</id><published>2005-05-31T19:19:00.000-07:00</published><updated>2005-05-31T19:22:03.543-07:00</updated><title type='text'>Relato de uma batalha</title><content type='html'>Finalmente acaba a batalha de Ayacucho, que se passou perto da cidade Quinua. Com o seu fim, é declarada a independência do Vice Reino do Peru completando os movimentos de independências na América do Sul lideradas pelos generais San Martin e Simon Bolivar. Essa vitória se apóia no exército liderado pelo marechal Antônio José de Sucre, um venezuelano e aliado na ação de Simón Bolívar, e na derrota no vice Rei do Peru, La Serna. Infelizmente, foram muitas mortes dos dois lados e inúmeros feridos, inclusive o general das tropas inimigas La Serna que se encontra preso. Muitos dos membros do exército adversário fugiram ante a derrota. As tropas nacionalistas também foram compostas por soldados de diversas nacionalidades, como chilenos distribuídos em batalhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha ocorre entre as tropas nacionalistas comandadas pelo general Sucre e bolivar contra as tropas colonialistas do general La Serna. O general Sucre comanda o exército junto com o seu chefe de Estado Maior, Gamarra. As 11h da manhã de ontem, quase que simultaneamente, os dois exércitos se enfrentaram e devido a uma ação impensada da divisão colonialista Valdez contra o general La Mar, Sucre contratacou usando a cavalaria comandada por Miller, buscando restabelecer a situação. Um novo ataque as tropas do general La Mar feita pela divisão de González Villalobos, provocou um ataque fulminante do exército de Sucre. As tentativas dos adversários foram fortemente combatidas pela cavalaria de Miller. A derrota das tropas colonialistas lideradas por La Serna terminou com a prisão do líder pelas tropas vitoriosas. No entanto, houveram inúmeras tentativas de negociação, todas elas frustradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A convocação do Conselho de Guerra foi feita no mesmo dia 9 de dezembro após a prisão de La Serna que determinou a vitória das tropas nacionalistas. Com a confirmação da rendição das tropas inimigas, começaram hoje as reuniões acerca da independência do Peru. O documento deve abordar a transferência de poder e do aparato militar dos rendidos que é um ponto muito conflituoso. As propriedades dos espanhóis também deverão ser tratadas, assim como as dos seus aliados. Com o fim de um exército metropolitano no Peru acabam as ameaças as independências na América iniciadas por Bolívar e San Martin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ayacucho, 10 de dezembro de 1824&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111759252353772294?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111759252353772294/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111759252353772294' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111759252353772294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111759252353772294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/relato-de-uma-batalha.html' title='Relato de uma batalha'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111700266708406669</id><published>2005-05-24T23:04:00.000-07:00</published><updated>2005-05-25T02:43:30.800-07:00</updated><title type='text'>Efervescências efêmeras - A Política Internacional e a Independência da América Latina(resumo)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Em seus processos de independência, as colônias da América Latina passaram por lutas políticas e militares que despertavam interesse em todo o sistema político europeu, especialmente para Inglaterra e França, que competiam entre si, buscando vantagens econômicas na região. Nessa época, a Revolução Francesa disseminou novos princípios políticos, influenciando fortemente a rebelião de escravos em Saint-Domingue. A usurpação francesa da monarquia espanhola (em 1808, José Bonaparte assumiu o treino espanhol) foi o gatilho que desencadeou os movimentos coloniais de separação da Espanha. Em 1810, as colônias instauraram governos autônomos. A Inglaterra buscava garantir seus interesses comerciais, e enfraquecer a França. Para isso, apoiou Portugal contra Napoleão, contribuindo para a vinda da corte portuguesa para o Brasil, influenciando fortemente o futuro dessa colônia. E também, a diplomacia inglesa se mantinha neutra entre a Espanha e suas colônias para combater Napoleão, mas ao mesmo tempo, garantir a manutenção de boas relações com os novos países a se tornarem independentes. O único país que poderia desafiado a influência inglesa na América Latina seriam os EUA, devido à proximidade, ao sentimento de pan-americanismo. Mas eles tiveram que se subordinar, devido a problemas de fronteira que tiveram com a Espanha e a importância da Inglaterra como parceiro comercial. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 1815 a situação na América Latina refletia o fato de as atenções internacionais estarem voltadas para as guerras européias. Com o fim das guerras napoleônicas e a tentativa de restaurar o Ancien Régime, as colônias (Venezuela, Nova Granada) receberam exércitos espanhóis para sufocar as rebeliões pela força. Outros países preferiam que a Espanha fizesse concessões razoáveis para manter a autoridade legítima. (A Prússia e outros estados germânicos, e a França tinham interesses em desenvolver mercados na América do Sul.). As campanhas de San Martin abriram o comércio do Chile e da costa peruana, e as campanhas vitoriosas de Bolívar na Gran Colômbia e a independência mexicana em 1812 foram acompanhadas de grande crescimento direto com a Europa. Em 1822, a América Latina absorvia quase 10% das exportações inglesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento da independência das colônias espanholas foi dificultado pelas inibições monárquicas e legitimistas das potências européias. A Espanha ainda acreditava ser possível negociar a reconciliação com bases em princípios liberais. Rússia, Prússia e Áustria garantiram ao governo espanhol sua adesão à posição legitimista. A França, apesar de seus interesses comerciais não poderia reconhecer pois a legitimidade era a base da restauração da monarquia Bourbon. Já em relação à Inglaterra, o comércio continuava a crescer, o que, junto com a preocupação com a rivalidade dos EUA e da França, fez com que o ministro Canning se inclinasse a favor do reconhecimento. Isso era importante pois se tratava da nação com maior poder naval, comercial e industrial da época. Os EUA não possuíam questões legitimistas, e logo reconheceram as independências, inclusive lançando a Doutrina Monroe, que pregava a não intervenção européia nas questões americanas. O avanço inglês e norte americano fez com que outras potências repensassem suas atitudes.(Prússia aumenta seus vínculos comerciais com a região, por exemplo.) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As considerações legitimistas que atrasaram o estabelecimento de relações entre as potências européias e a América espanhola não atuaram com a mesma força no caso do Brasil, devido à continuidade da dinastia Bragança no poder sob a forma de monarquia. A Inglaterra mediou o acordo entre Portugal e Brasil, conseguindo, posteriormente, a assinatura de tratados favoráveis a ela. Também é importante ressaltar que as questões relacionadas a América Latina saíram muito rapidamente do primeiro plano da diplomacia internacional.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111700266708406669?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111700266708406669/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111700266708406669' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111700266708406669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111700266708406669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/efervescncias-efmeras-poltica.html' title='Efervescências efêmeras - A Política Internacional e a Independência da América Latina(resumo)'/><author><name>Marcia Cristina Pulcherio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06524785189326589925</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111654144293933469</id><published>2005-05-19T19:23:00.000-07:00</published><updated>2005-05-19T15:24:02.943-07:00</updated><title type='text'>A new beginning for the Union!</title><content type='html'>Depois de quatro anos de guerra e milhares de mortos, finalmente a sangrenta batalha entre os americanos termina e inicia-se a tão sonhada união dos estados americanos.&lt;br /&gt;Os desentendimentos entre os estados do Norte, de economia crescente por sua industrialização e abolicionista, e os do Sul, de economia agrícola centralizada na produção de algodão e escravista, teve início em 1861, com os sulistas insatisfeitos com a eleição do presidente Abraham Lincoln e sua posição protecionista e abolicionista.  &lt;br /&gt;Os sulistas, adeptos do livre-cambismo, eram dependentes da venda do seu algodão para o mercado externo, em especial a Inglaterra, e adquirir dos seus clientes ingleses os produtos fabris. Entretanto, os nortistas precisavam vender os produtos de suas indústrias, mas não tinham capacidade de concorrer com os ingleses, por esse motivo apoiava Lincoln na sua posição. Além disso, os escravos libertos significam mais mercado consumidor para os industriais.&lt;br /&gt;A vitória de Lincoln, então, levou a Carolina do Sul a proclamar a quebra de sua união com os outros estados. Mais dez estados apoiaram a decisão da Carolina do Sul, formando os Estados Confederados da América, escolhendo como presidente Jefferson Davis. Seu ataque ao Forte Sumter iniciou às operações militares da Guerra de Secessão.&lt;br /&gt;Os Confederados começaram a guerra em vantagem pelo fato de apresentarem uma grande organização interna e amplo conhecimento do campo de batalha e de técnicas militares, como a de cavalgada, além de lutarem por uma identidade própria, o que fazia os soldados lutarem com maior vigor.&lt;br /&gt;Em 1862, Lincoln extingue a escravidão nos estados rebeldes, mudando o propósito da guerra da manutenção da união para a manutenção da liberdade dos negros. Embora não tenha sido obedecido pela grande maioria foi um grande incentivo pra que os escravos fugissem para tentar vida nova no norte e lutar pela manutenção de sua nova condição de homens livres, se tornando bravos soldados.&lt;br /&gt;A partir de então, tudo parecia estar a favor da União. Em 1863 os nortistas alcançam sua primeira vitória na batalha de Gettysburg. Suas indústrias mostraram-se úteis ao começarem a se especializar na produção de artigos bélicos, enquanto que os sulistas precisavam dos lucros da venda do seu algodão para comprar armas, o que foi muito dificultado pelo bloqueio naval de seus portos, declarado por Lincoln. As suas ferrovias, as quais integram muito bem as cidades nortistas, facilitaram muito os movimentos das tropas. A população do Norte, que já era bem maior em comparação a do Sul, foi aumentada pela adesão dos ex-escravos do Sul, além dos imigrantes europeus, reforçando as tropas. Todos esses fatos levaram ao avanço do exército da União, tomando a capital dos Confederados, Richmond, e sua vitória na guerra em Appomattox.&lt;br /&gt;Agora, os estados do Sul enfrentam uma grave crise econômica, pois muitas de suas plantações foram arrasadas e outras estão sendo confiscadas. Há também uma grande falta de mão-de-obra para as lavouras, já que muitos negros fugiram em direção ao Norte. Além do mais, terão de aceitar não só a emancipação dos escravos, como o novo posto dos negros de cidadãos, que agora possuem o direito de votar, tudo isso garantido pelas novas Emendas à Constituição. E apesar do fim da guerra, as tropas nortistas ainda não foram removidas do Sul para evitar novas revoltas.&lt;br /&gt;O Norte, no fim das contas, levou a melhor: suas indústrias crescem cada dia mais graças aos estímulos dados pela guerra, principalmente no setor bélico, o qual antes desse acontecimento era desprezível. O comércio também cresceu consideravelmente, assim como a metalurgia e os campos da estratégia militar, escolas, medicina e universidades. &lt;br /&gt;Depois de todo estes anos de sangue americano sendo derramado, espera-se que dele nasça uma nova nação, mais forte, coesa, tendo sempre em mente todos aqueles que morreram para evitar seu rompimento. Uma nação que se desenvolva incessantemente, afastando-se do medo de alçar vôos altos como o de uma águia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111654144293933469?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111654144293933469/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111654144293933469' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111654144293933469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111654144293933469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/new-beginning-for-union.html' title='A new beginning for the Union!'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111637512878082291</id><published>2005-05-17T17:04:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T17:12:08.783-07:00</updated><title type='text'>O nascimento da águia</title><content type='html'>A política externa americana é até o governo de McKingley caracterizada por um isolacionismo, mesmo com projetos expansionistas, os conflitos entre o executivo e o legislativo impedem a implantação desses projetos. No entanto, o legislativo não é anti-expansionista, ele é anti-executivo, ele quer  comandar a proposta. Com a consolidação do estado, o governo passa a ter poder para, dessa maneira, conseguir transformar todo os recursos econômicos norte americanos em influência no cenário internacional. Isso por que os EUA apesar de já serem uma potência econômica não têm importância na política internacional. O projeto de anexação de outros territórios também teve outros obstáculos, como o racismo. Por causa disso, não aconteceram as anexações de territórios, como Cuba, e a demora no processo de incorporação do Havaí. Dessa forma, pode-se aplicar a teoria realista clássica com o princípio estado centrista que se encaixa no processo sofrido pela política externa americana durante o período pós guerra civil. Apesar de uma nação forte, os EUA só passam a ter um papel importante na diplomacia a partir da consolidação do Estado, de seu fortalecimento com o fim das disputas entre o Congresso e o executivo. Além do fato, que o exército e a marinha americana eram muito fracos, até então, o desenvolvimento deles foi importante nessa conversão de poder econômico para influência. O Destino Manifesto marca a ideologia da expansão norte americana, e com a nova interpretação da Doutrina Monroe os EUA passam a anexar terras, e a fazer intervenções baseadas nessa idéia. Com o Governo de Roosevelt, a doutrina Monroe ganha o Corolário Roosevelt, criando seu aspecto intervencionista. As ações americanas na Colômbia, para a construção do canal do Panamá, China- com a política de manter os portos abertos para os produtos dos americanos-, demonstram o fim da política isolacionista e a mudança do papel, da importância dos EUA no cenário mundial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111637512878082291?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111637512878082291/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111637512878082291' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111637512878082291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111637512878082291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/o-nascimento-da-guia.html' title='O nascimento da águia'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111633818676755334</id><published>2005-05-17T07:30:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T07:26:22.623-07:00</updated><title type='text'>Quando fortunas e famílias foram destruídas pela Guerra Civil americana, surge uma emocionante relação que se torna famosa na história do cinema</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Considerado por muitos críticos como o melhor filme de todos os tempos, “E o vento levou” é certamente um filme emocionante, que prende a atenção do espectador durante as suas 4 horas de duração, e continua a lucrar em suas reprises. Ganhador de 10 Oscar, o filme foi lançado em 1939 sendo a adaptação do livro de Margaret Mitchell, e tendo como diretor Victor Fleming. O romance narra a saga de Scarlet O’Hara, uma jovem sulista determinada e um tanto quanto fria, que segue sua trajetória, impulsionada por seu amor obsessivo pelo pacato Ashley Wilkes (Howard) – que é casado com Melanie Q. Wilkes, uma mulher amável e de bom coração – e sua relação de amor e ódio com Rhett Butler (Clark Gable), um homem cafajeste que tem um caráter semelhante ao de Scarlet.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história se passa durante a Guerra Civil americana, que ocorreu entre 1861 e 1865, marcando uma luta entre norte e sul, sob uma perspectiva sulista. No início, durante uma reunião entre os homens nobres do sul, pode-se perceber um otimismo dos confederados, que tinham certeza que iriam vencer a guerra, já que seus soldados, acostumados a cavalgar e atirar, seriam melhores do que os ianques. Apenas o destemido Rhett Butler discorda dessa previsão, e afirma que o norte está mais bem preparado para derrotar o sul e derrubar os governos separatistas, porque não há nenhuma fábrica de canhões no sul e os ianques estão melhor equipados com fábricas, estaleiros, minas de carvão, além de poderem matar os sulistas de fome, por terem o domínio dos portos, enquanto os sulistas só têm algodão, escravos e arrogância. E foi exatamente o que aconteceu. O filme mostra um massacre do norte sobre o regime escravocrata do sul. Como foi descrito no filme: " Para dividir os confederados , para deixá-los aleijados e para sempre humilhados, o grande invasor marchou deixando um rastro de destruição de 100 km de Atlânta até o mar." O sul resistiu até o último momento, marcando uma conseqüência de destruição e fome sobre a população que restou, o que é mostrado no filme, quando Scarlet O’Hara volta para Tara – propriedade que pertencia a sua família – e apenas com o esforço de suas próprias mãos consegue se alimentar, sofrendo muito com a pobreza e fome. O sul passa a ser comandado por aventureiros e ianques – como é dito – para desgosto dos sulistas, e os impostos aumentam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No emocionante fim da trama,quando Scarlet finalmente declara seu amor por Rhett, o que realmente pode arrancar lágrimas depois de um longo vai e vem do casal que neste momento se separa pela saída de Rhett, a moça descobre que Tara é sua verdadeira paixão, relembrando que seu pai disse “É a única coisa que importa. É a única coisa que dura”, que Ashley disse “Você a ama mais do que a mim, mesmo sem saber:Tara”, e que Rhett – seu verdadeiro amor – disse “É de onde você tira a sua força, de Tara”. O final acontece quando Scarlet volta para Tara, mostrando que a característica marcante dos sulistas, que era o amor pela terra, o vento não levou, pelo menos não para ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111633818676755334?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111633818676755334/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111633818676755334' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111633818676755334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111633818676755334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/quando-fortunas-e-famlias-foram.html' title='Quando fortunas e famílias foram destruídas pela Guerra Civil americana, surge uma emocionante relação que se torna famosa na história do cinema'/><author><name>Nathalia Dreyer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00691793651735413533</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111577915346717785</id><published>2005-05-10T19:30:00.000-07:00</published><updated>2005-05-10T19:39:13.476-07:00</updated><title type='text'>Revolution</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O filme épico “Revolution” retrata a Revolução Americana, que até 1776 correspondia só  as 13 colônias. As primeiras cenas mostram o povo de  Nova Iorque gritando “Enforquem o rei,” eles se referiam ao Rei  da Inglaterra George de Orange. A cidade estava em caos, a população enlouquecida, destruía a cidade, saqueava, protestava. Todos contra a monarquia e exigindo liberdade ou morte, absorvidos de idéias iluministas. O filme mostra a independência americana por meio de dois personagens, Dobb e Ned.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens principais, Dobb e seu filho criança Ned, se envolvem na revolta do povo por acaso, não tinham objetivo de entrar nos protestos contra a Inglaterra. Eles viajavam de barco com mercadorias que quando chegam ao porto de Nova Iorque algumas pessoas exigem o seu barco, e em troca dão a eles um recibo. Esse comprovante poderia ser trocado por dinheiro em um banco, por terem prestados serviços aos EUA. Dobb ao tentar ir no banco descobre que o banco está, por causa da guerra, sem dinheiro, por isso iria transformar os recibos em “títulos” que no futuro poderiam ser trocados por dinheiro com juros de acordo com o  tempo. Enquanto isso, Ned alista-se no exército, ao ser iludido,  americano sem saber que o alistamento é irreversível. Dobb tenta tirar o filho do exército, mas diante da dessa impossibilidade, ele se alista também para ficar com o menino. Isso retrata que muitos soldados da luta de independência não se identificavam com a causa pela qual estavam lutando. Uma filha de um nobre inglês, que sonhava com a liberdade, acaba por abandonar a vida de provável futura esposa de um nobre inglês, e vai lutar  e acaba se apaixonando por Dobb. Essa mulher, diferentemente de Dobb se identifica com a causa pela qual está lutando desde do início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme,  é remontado todo o cenário de luta entre soldados ingleses com armas poderosas, canhões e técnicas de guerra e soldados americanos mau vestidos, armas de péssima qualidade, evidenciando as brutas diferenças e desigualdades nas lutas.  Nesta época ocorre o primeiro Congresso na Filadélfia, no qual os representantes da maioria das treze colônias encorajam os americanos a resistirem às leis coercitivas.Os índios americanos se unem na luta pela liberdade, assim como a França que oferece seu apoio aos EUA contra os britânicos. Os EUA  ganham força, e dizimam o exército britânico. Começa o segundo Congresso da Filadélfia no qual após um tempo de indecisão o Congresso finalmente se decide pela independência, que é então proclamada. O povo nas ruas dança, ri, está  feliz, é a realização de um sonho, do sonho americano. Isso nas palavras do personagem Dobb soam com a esperança em uma nova constituição: “Encontraremos um lugar onde ninguém mandará em nós. Onde não haverá ninguém melhor do que nós. Onde poderemos dizer o que pensamos e irmos aonde quisermos. Onde irá nos tratar feitos cachorros. Olharei a minha volta e verei todo tipo de gente, homens, mulheres, todos com famílias como a minha. E viveremos juntos como irmãos e irmãs e construiremos uma casa para nós. Uma casa onde poderemos dormir com segurança.”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111577915346717785?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111577915346717785/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111577915346717785' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111577915346717785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111577915346717785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/revolution.html' title='Revolution'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111534995830638015</id><published>2005-05-05T19:24:00.000-07:00</published><updated>2005-05-06T09:06:01.066-07:00</updated><title type='text'>The land of the free and the home of the brave</title><content type='html'>A primeira e única Constituição dos Estados Unidos da América foi ratificada em 1787. Ela é o primeiro documento deste tipo de que se tem notícia. Ela é "única" pois nunca foi reeditada nesses mais de 200 anos, sendo apenas alterada com o acréscimo de emendas ao longo do tempo, diferentemente do Brasil, que já teve diversas constituições. Outra de suas características peculiares é a sua pequena extensão, se comparada à constituição brasileira. Essa estabilidade se deve principalmente ao seu caráter geral, graças a necessidade primordial dos constituintes de elaborar um documento conciliador dos distintos interesses dos estados da união. Essa posição de não tratar de assuntos muito específicos, característica do Federalismo, adotado na Carta, deixa as decisões que envolvem interesses “locais e particulares” no nível estadual, para aproximar os centros de decisão da população por elas afetadas, enquanto na esfera federal somente se discutem os “interesses grandes e conjuntos”, pois a multiplicidade de “facções” aí representadas deveria tornar mais difícil sua combinação. Entretanto, esses artigos um tanto vagos geram algumas dificuldades, deixando grande liberdade de ação para os legisladores e margem de interpretação para os juízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica que se pode observar a partir da Constituição americana é seu caráter liberal. Nela, o governo não existe para "promover a igualdade social", mas para garantir o direito à vida, à liberdade, à propriedade, à busca da felicidade, os direitos individuais elementares. O Congresso fica proibido de criar uma religião oficial (fica claro também um respeito ao pluralismo étnico, religioso e ideológico da nação, que foi importante para a chegada de mais imigrantes, que buscavam uma oportunidade no Novo Mundo), de limitar a liberdade de opinião e de limitar o direito do povo de portar armas (essa questão havia gerado um conflito com o governo inglês, posto que as colônias sofriam ataques indígenas constantemente). Também fica clara sua base democrática, observada no fragmento que inicia a constituição: “Nós, o povo dos Estados Unidos...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando todos esses pontos mencionados a respeito da Constituição americana, percebemos sua importância até nossos dias, pois vemos que serviu de base para muitas das Constituições contemporâneas e permanece presente. Entretanto, falhas grotescas também são perceptíveis, como a exclusão dos nativo-americanos da contagem populacional, e a omissão nas questões sobre escravidão(só mencionadas em emendas posteriores). Ou seja, embora tenha um importante papel como base da política ocidental, esse documento ao preocupar-se com as causas burguesas deixa de lado algumas questões humanitárias. Já que esse é um dos documentos mais importantes para os norte-americanos, cabe o questionamento a respeito do reflexo atual da desconsideração daqueles direitos que deveriam caber a todos os homens. Essa democracia nem sempre favoreceu todos os cidadãos, e hoje em dia, o tratamento recebido por imigrantes, por exemplo, também não corresponde ao idealismo apresentado na constituição. Seriam realmente os EUA o lar dos homens livres e corajosos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111534995830638015?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111534995830638015/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111534995830638015' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111534995830638015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111534995830638015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/05/land-of-free-and-home-of-brave.html' title='The land of the free and the home of the brave'/><author><name>Marcia Cristina Pulcherio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06524785189326589925</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111396739269084933</id><published>2005-04-19T23:56:00.000-07:00</published><updated>2005-04-19T20:23:12.693-07:00</updated><title type='text'>Revoluções liberais, congressos conservadores</title><content type='html'>Com o fim do período napoleônico foi necessário devolver à Europa sua estabilidade política, o seu equilíbrio. Para isso foi preciso a colaboração de todos os Estados europeus, os quais toda vez que notavam um abalo nesse equilíbrio se reuniam para resolvê-lo. Esta tentativa de manutenção do equilíbrio foi chamada de concerto europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS REVOLUÇÕES LIBERAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise da Grécia:&lt;br /&gt;A Grécia, território do Império Turco-Otomano, insuflada pelas idéias liberais e nacionalistas, inicia um movimento de independência. Os russos decidem apóia-la, pois tinham interesse no enfraquecimento do Império para então se apossarem dos estreitos de Bósforo e Dardanelos e, assim, saída para mar quente. A Inglaterra, para evitar um expansionismo russo, influencia os gregos a colocarem no poder um príncipe bávaro (neutro), ao invés de um governante ligado ao czar como a Rússia almejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise do Egito:&lt;br /&gt;Auxiliando as tropas do Império Turco-Otomano na luta contra a independência grega estava o Egito. Por sua participação os egípcios exigiram autonomia do Império, que lhes foi negada. Assim, eles decidiram conseguir a autonomia pela força, invadindo o Império, já que possuíam uma força militar superior. A Inglaterra por ser contra o fechamento dos estreitos de Bósforo e Dardanelos pela aliança feita entre os russos e o Império, apóia os egípcios, juntamente com a França. Após esse episódio o Egito se torna praticamente um protetorado anglo-francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise da Bélgica:&lt;br /&gt;A Bélgica, influenciada também pelo nacionalismo, se declara independente dos Países Baixos. O czar russo e o rei da Prússia mandam tropas para apoiar o movimento que também conta com o apoio da Áustria. Foi indicado para o trono belga o príncipe Luís Felipe, duque de Nemours, que não agradou muito aos ingleses. Contudo, a questão do trono só foi decidida na Conferência de Londres em 1831.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Guerra da Criméia:&lt;br /&gt;A guerra da Criméia foi um conflito que opôs França, Inglaterra, e Turquia à Rússia, em 1854 e 1855. Desde 1850 as pretensões russas sobre o Império Otomano alarmavam o governo britânico, por ameaçar em romper o equilíbrio político na Europa. Os Russos tentavam aumentar a influência dos Bálcãs na região entre o Mar Negro e o Mediterrâneo. Assim, a Inglaterra declarou guerra à Rússia, com adesão imediata da França e dos demais aliados. A Rússia, derrotada, foi obrigada a aceitar as condições impostas no congresso de Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução do Porto:&lt;br /&gt;Em 1820, começou na cidade do Porto um movimento liberal que logo se espalhou pelas outras cidades portuguesas, se consolidando ao atingir Lisboa. Não houve resistência. Conseguiu o apoio de quase todas as camadas sociais: Clero, Nobreza, e Exército. A junta inglesa ali instalada foi derrubada, sendo formada uma junta provisória que elaboraria uma Constituição para Portugal. A revolução vitoriosa exigia o retorno da Corte, o estabelecimento de uma Monarquia constitucional e a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução de Cádiz:&lt;br /&gt; O rei restituído após a derrubada de Napoleão, Fernando VII pretendeu voltar ao estilo de governo absolutista e de uma sociedade pré-revolucionária. Assim, restaurou os privilégios do clero e da nobreza. Sentindo-se prejudicada a burguesia iniciou uma revolta em Cádiz.  A França, pelo princípio das intervenções determinado pelo Congresso de Verona, foi encarregada de reprimir o movimento liberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS CONGRESSOS CONSERVADORES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso de Verona:&lt;br /&gt;No Congresso de Verona foi cedido a França o direito de fazer intervenções na América e conter a revolução liberal que ocorria na Espanha, podendo invadi-la. Também nesse congresso a Inglaterra inicia a sua política do “isolamento esplêndido” por ser contra a repressão das revoluções liberais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O congresso de Aix-la-chapelle:&lt;br /&gt;Neste congresso foi feita mais uma busca pelo equilíbrio europeu. A Rússia é a favor de um equilíbrio aberto a França e a Espanha, porém Castlereagh afirma que uma aliança universal não funciona, mas graças a ação de Richelieu a França participa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso de Laibach:&lt;br /&gt;No Congresso de Laibach, a Santa Aliança confirmou o princípio da intervenção armada adotada no congresso de Troppau e decidiu pela intervenção em Nápoles e na Sicília, em favor de Fernando I.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111396739269084933?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111396739269084933/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111396739269084933' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111396739269084933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111396739269084933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/04/revolues-liberais-congressos_19.html' title='Revoluções liberais, congressos conservadores'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111353350208051123</id><published>2005-04-14T19:49:00.000-07:00</published><updated>2005-04-14T19:53:59.070-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jornal de 1815: O destino final de Napoleão Bonaparte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as últimas notícias, Napoleão abdicou pela segunda vez o trono francês. O período turbulento de idas e vindas do ex-imperador francês, parece ter tido fim com sua derrota. Os soberanos das grandes potências mundiais estavam reunidos no Congresso de Viena justamente para tentar restaurar a paz na Europa, após o período de guerras napoleônicas que parecia ter sido finalizado com a deportação de Napoleão para a ilha de Elba, na Itália. Entretanto, foram surpreendidos pela notícia de que o ex-imperador francês havia fugido. A surpresa foi ainda maior quando foi descoberto que ele fora recebido com alegria pelos camponeses e antigos soldados e que tomara Paris, desestabilizando a suposta paz européia e a volta ao poder do reino legítimo da família Bourbon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como parte de um plano genial, que mais tarde fora perceber que não era tão genial assim, Napoleão formou um novo exército, avançando sobre a Bélgica para evitar que o exército anglo-holandês, sob o comando de Wellington, se juntasse às forças da Prússia. Depois de lutar separadamente contra os ingleses e os prussianos no dia 16 de junho, o exército francês, comandado pelo marechal Ney, atacou no dia 18 de junho a posição fortemente defendida por Wellington no vilarejo de Waterloo, nos campos de centeio da Bélgica. A batalha se estendeu por alguns dias, no planalto de Mont Saint Jean. A intervenção de um exército prussiano, sob o comando de Blücher, permitiu a Wellington tomar a defensiva. Os franceses foram derrotados, perdendo cerca de 25 mil homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro dias depois da derrota, Napoleão abdicou, encerrando o período das guerras criadas por ele. Não é possível, contudo, prever o que irá se suceder. Por enquanto, está decidido que ele será mandado para Santa Helena, onde ficará em um cárcere. A chance de uma nova fuga é sempre possível para o imperador que não para de nos surpreender.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111353350208051123?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111353350208051123/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111353350208051123' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111353350208051123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111353350208051123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/04/jornal-de-1815-o-destino-final-de.html' title=''/><author><name>Nathalia Dreyer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00691793651735413533</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111275615744775067</id><published>2005-04-05T19:42:00.000-07:00</published><updated>2005-04-05T19:55:57.450-07:00</updated><title type='text'>Aux armes, citoyens ! Formez votre bataillons! Marchons, marchons!</title><content type='html'>No fim do século XVIII e começo do XIX a Europa foi abalada pela audácia de um jovem comandante nascido na pequena ilha da Córsega. Napoleão, devido a suas conquistas no exército, se torna um herói nacional e é visto pelos girondinos, como uma forma de salvar um regime caótico e desacreditado. Ao chegar ao poder, como primeiro-cônsul, Napoleão coloca a república francesa numa posição muito mais ofensiva do que defensiva e se torna mais poderoso que Luis XVI, pois tem o controle do exército e o apoio popular. Com o império, ele empreende uma série de invasões tanto no continente europeu quanto no africano que causam profundas mudanças no quadro político, principalmente europeu. A França tenta reorganizar o mapa do velho mundo através de tratados e anexações. As colônias européias também são afetadas tanto por movimentos de libertação (exemplo da América espanhola e portuguesa) quanto pelo bloqueio naval imposto pela Inglaterra.  Com a conquista da Espanha, Portugal, Itália, Suíça, Renânia... O imperador francês acaba com o Sacro Império Romano Germânico alterando para sempre as fronteiras européias. Além de esses limites terem se tornado um tanto conturbados, o quadro monárquico foi afetado com a saída de vários reis europeus nos territórios conquistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse processo de tentar estabelecer a França como nação hegemônica na Europa, Napoleão teve que reorganizar a estrutura burocrática do país, que se encontrava desorganizada após o período revolucionário. O fim do feudalismo é fruto da implementação de instituições criadas na Revolução e no Império. O código civil francês é também implantado nesses locais conquistados, acarretando mudanças drásticas no serviço público ao estabelecer a meritocracia como já havia no exército revolucionário.Essas transformações se mostraram muitos mais duradouras do que aquelas nas fronteiras. Para garantir a valorização de suas vitórias, Napoleão soube utilizar pioneiramente o poder da propaganda, tanto que através dela consegue transformar a derrota militar do Egito em vitória cultural, elevando a cultura francesa a centro de referencia mundial, porém mesmo com o seu regime personalista ele passa a ser odiado nos territórios conquistados. Isso especialmente graças ao seu método um tanto impopular de permitir a pilhagem desses locais pelos seus soldados para sustentar gastos, com a guerra, cada vez maiores. Essas pilhagens permitiram a França reunir uma vasta coleção artística o que criava um repúdio aos franceses mesmo na Itália onde ele era bem visto por ser um corso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ódio a Napoleão, nesses territórios também, é conseqüência da chegada da grande armée que devastava a lavoura, armazéns e do nepotismo francês. Esse sentimento acaba por facilitar a formação de coalizões contra o imperador. Além disso, ocorre uma mudança na atmosfera política da Europa. Países adversários de Napoleão com medo da difusão das idéias mais radicais acabam por implantar no seu reino algumas das medidas da revolução. Tal fato acontece na Prússia, onde o a monarquia estabelece reformas legais, educacionais, econômicas e até cria um exército com membros da levée en masse. O fim do período napoleônico trouxe várias conseqüências econômicas aos paises europeus. As guerras acarretaram num grande endividamento e um período de inflação muito grande. Porém, a pior conseqüência da era napoleônica para os reis absolutistas, é a difusão do nacionalismo. Mesmo tentando ocultar esse idealismo com o princípio da legitimidade no Congresso de Viena, ele irá provocar graves conseqüências no século XIX, com as revoluções de 1820, 1830 e 1848.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111275615744775067?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111275615744775067/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111275615744775067' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111275615744775067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111275615744775067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/04/aux-armes-citoyens-formez-votre.html' title='Aux armes, citoyens ! Formez votre bataillons! Marchons, marchons!'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111214876021708453</id><published>2005-03-29T18:10:00.000-08:00</published><updated>2005-03-29T18:12:40.220-08:00</updated><title type='text'>A revolução burguesa</title><content type='html'>1.Apesar da Revolução ter começado como uma tentativa da aristocracia de recuperar o Estado, logo o “Terceiro Estado” e certamente, a burguesia que o liderava, assumiram o controle do movimento, pregando ideais do liberalismo clássico.  Os burgueses conseguiram mobilizar a massa descontente com a grande crise sócio-econômica, e promoveram realizações como a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” que documentava seus principais objetivos (um manifesto contra a sociedade hierárquica de privilégios nobres), a idéia de nação e nacionalismo,a criação do Banco Nacional que se constituiu como o mais significativo símbolo da estabilidade burguesa, e a mobilidade social plena, onde qualquer homem de talento poderia chegar aonde quisesse como foi o claro exemplo de Napoleão, que começou como pequeno cabo e se tornou o conquistador do continente. Fica claro, então, que a revolução foi burguesa e desenvolveu seus interesses, auxiliada pela massa popular  que de fato saiu as ruas, mas que se encontrava subordinada aos proprietários dos meios de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O feudalismo é baseado numa sociedade estamental, marcada pelos privilégios determinados pelo nascimento. A terra é a única forma de riqueza social. A estrutura feudal, caracterizada por uma sociedade agrária e pela servidão, impossibilita o desenvolvimento de uma economia capitalista. Apesar do renascimento do comércio, a partir dos séculos X e XI, que cria a burguesia que será reconhecida no século XIII com sua entrada nos Estados Gerais, a rigidez da sociedade feudal impede o desenvolvimento de novos meios de produção. Para Soboul, a revolução francesa estabelece as bases de uma sociedade capitalista, pois é no seu acontecimento que corre uma desestruturação do sistema feudal até então vigente. Esta é uma revolução burguesa, com a difusão dos ideais liberais. Essas idéias possibilitam a difusão do capitalismo, uma vez que estabelecem as liberdades- política, do empreendimento e do lucro- almejadas pela burguesia e o fim dos privilégios. Por ser responsável pelo desmonte do sistema feudal a revolução francesa é uma etapa necessária na transição do feudalismo para o capitalismo.A exigência da aristocracia em conservar seus direitos senhorais e seus privilégios mina a possibilidade de uma monarquia constitucional proposta pela burguesia. Para poder combater a aristocracia a burguesia se associa as massas populares que a ela se subordinam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111214876021708453?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111214876021708453/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111214876021708453' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111214876021708453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111214876021708453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/revoluo-burguesa.html' title='A revolução burguesa'/><author><name>Nathalia Dreyer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00691793651735413533</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111197081776141238</id><published>2005-03-27T16:46:00.000-08:00</published><updated>2005-03-27T16:46:57.763-08:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111197081776141238?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111197081776141238/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111197081776141238' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111197081776141238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111197081776141238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111152577835811338</id><published>2005-03-22T18:07:00.000-08:00</published><updated>2005-03-22T13:09:38.360-08:00</updated><title type='text'>Fim da guerra, começo da paz</title><content type='html'>Chega ao fim mais uma guerra no continente europeu. O atrito entre católicos e protestantes, representados respectivamente pelo Sacro Império Romano e pela aliança entre França e Suécia, durou trinta anos, custando às terras germânicas boa parte de sua população. Diz-se que a participação da França, de monarca católico, no conflito está relacionada com a tentativa desta de evitar uma possível hegemonia da família Habsburgo, que governa o Império, sobre a Europa, utilizando da força e aproveitando-se da iminência da explosão da disputa religiosa. Contudo, com o cessar fogo vem a paz.&lt;br /&gt;A paz, assinada em Vestfália, oficializa a França a possessão de alguns territórios do Sacro Império, que já se encontravam sobre o seu controle, além da Alsácia, com direito de soberania e jurisdição sobre eles. Para a Suécia é concedida uma região na costa sul do Báltico, e mais outros territórios os quais, no entanto, permanecem como feudos do Império.&lt;br /&gt;O acordo também determina a livre escolha dos soberanos da religião a ser praticada sobre seus domínios, porém caso este resolva mudar, seus súditos não são obrigados a fazer o mesmo. Além disso, a partir dele pessoa pode mais ser excluída das atividades locais devido ao culto que segue. No Sacro Império Romano, protestantes e católicos devem ter a mesma representação nas assembléias. Isso tudo gera a impressão de uma possível queda do poder da Igreja Católica sobre a população européia, sendo este transferido para os governantes de cada região, pois estes abrtem cada vez mais espaço para a influência dos protestantes na administração e na vida cotidiana de seus territórios.&lt;br /&gt;Por imposição da França e da Suécia, os príncipes do Império também tomaram parte das negociações de paz, ganhando com isso total soberania sobre seus principados, inclusive o direito de elaborar tratados com nações estrangeiras, se igualando ao imperador, exceto a regalia de declarar guerra a nações estrangeiras, pois ela ainda se concentra nas mãos do Imperador. Esse item do tratado de paz acaba, entretanto, por enfraquecer a dinastia Habsburgo, a qual tem se mantido a frente do Sacro Império por vários anos, e fortalecendo os príncipes. Será este o começo do fim desta poderosa linhagem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111152577835811338?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111152577835811338/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111152577835811338' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111152577835811338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111152577835811338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/fim-da-guerra-comeo-da-paz.html' title='Fim da guerra, começo da paz'/><author><name>Mari</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_vlYqPln3VJY/TC-qemMcDeI/AAAAAAAAAB0/dPKowKIi59M/S220/sopin%3DO2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111110879670248364</id><published>2005-03-17T17:19:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T17:24:36.200-08:00</updated><title type='text'>O desenvolvimento da soberania e o devido valor de Vestfália</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A leitura dos textos “Westphalia and all that, de Stephen Krasner; e “The evolution of international society”, de Adam Watson nos permite observar 2 assuntos de maior relevância para a compreensão da formação do sistema internacional moderno. São eles: a questão da soberania -autonomia geral em relação aos assuntos internos e internacionais-&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;dos Estados, e a importância ou não da Paz de Vestfália, em 1648, como divisor de águas na história. Os autores apresentam visões distintas sobre os assuntos, como veremos a seguir.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Em seu “Westphalia and all that” Krasner combate a idéia comum de que Vestfália seria um marco fundamental da transição da idade média para a idade moderna, por supostamente definir a criação da noção de soberania dos Estados. Segundo Krasner, a construção da soberania é um processo gradual, que já havia sido iniciado antes de 1648. Esse processo não poderia ocorrer de repente, e seria resultado de transformações ao longo do tempo, como, por exemplo, a modernização tecnológica, que garantiu um poder bélico crescente aos monarcas. Além disso, o conceito de soberania também deve ser revisto, pois, contrariando a visão comum, a soberania é algo flexível e bastante sujeito às pressões externas. Ou seja, ela nunca pode ser considerada algo absoluto. Exemplos da fragilidade da soberania podem ser tomados a partir da constatação de que alguns Estados mais fortes econômica, política ou e/ou militarmente sempre intervieram sobre outros, a pretexto de garantir a defesa de certos valores, como os direitos humanos. No mundo atual, uma ameaça à soberania pode ser enxergada na Comunidade Européia. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Já Watson, em “The evolution of international society” apresenta uma visão oposta. Para ele, Vestfália foi sim definitivo para a legitimação da soberania de Estados, que possuem, então, total controle&lt;span style=""&gt; das interações &lt;/span&gt;interna e externamente . Vestfália também teria contribuído fortemente para a concretização de outros tratados e para a contínua formação de congressos da Liga das Nações e das Nações Unidas. O texto também ressalta que Vestfália teria tido grande relevância no estabelecimento de regras na comunidade européia, formada por Estados legítimos, além de uma tentativa de inibir corridas por hegemonia. Também segundo o autor, seria graças a Vestfália que teríamos o atual conceito de independência dos Estados. &lt;/p&gt;    &lt;span style=""&gt;                        &lt;/span&gt;Enfim, analisando os dois pontos de vista podemos concluir que a tese de Krasner parece mais plausível. Afinal não podemos tomar nenhuma soberania por absoluta, e isolada das influências externas. E sua construção depende, claramente, de um processo histórico gradual. Apesar de sabermos que a paz de Vestfália, encerrando a Guerra dos 30 anos, teve um importante papel religioso e político, deve-se ter em mente que ela não criou um novo conceito (a soberania), apenas esclareceu uma realidade que já existia. E apesar de, algumas vezes, ela também ser citada como o marco do fim de entidades como o Sacro Império Romano, este ainda persistiu por muitos anos. Ou seja, deve ser dada a devida importância a Vestfália, sem exacerbar seu valor histórico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111110879670248364?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111110879670248364/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111110879670248364' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111110879670248364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111110879670248364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/o-desenvolvimento-da-soberania-e-o.html' title='O desenvolvimento da soberania e o devido valor de Vestfália'/><author><name>Marcia Cristina Pulcherio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06524785189326589925</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111093598057413007</id><published>2005-03-15T17:18:00.000-08:00</published><updated>2005-03-15T17:19:40.576-08:00</updated><title type='text'>O poder de coerção e a formação dos Estados absolutistas</title><content type='html'>Os textos “ Coerção, capital e Estados Europeus” de Charles Tilly e “ Linhagens do Estado Absolutista” de Perry Anderson abordam a formação dos Estados Absolutistas com visões diferentes. A crise econômica e social do século XIV resultou, no Ocidente, em importantes transformações. O regime feudal teve suas estruturas sociais abaladas. Desse cenário, emerge o Estado Absolutista. Esse é fruto de uma  desmilitarização dos senhores feudais e, assim,  uma centralização do poder de coerção do Estado nas mãos do Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de uma visão marxista, o autor Perry Anderson nos mostra que o Estado absolutista nunca foi um instrumento da burguesia contra a nobreza e nem desta contra a outra, como o próprio diz “ era um  aparelho de dominação feudal recolocado e reforçado destinado a sujeitar as massas camponesas à sua posição social tradicional.”. Fato que evidencia que a estrutura social feudal é mantida. As monarquias absolutas introduziram os exércitos regulares, com a recusa inicial de armar seus próprios camponeses, temendo uma revolta, contratando mercenários. Para a manutenção de uma força militar foram criados diversos mecanismos como  a burocracia permanente, o sistema tributário, a codificação do direito que assimilou o direito Romano.  Esse correspondia economicamente aos interesses da burguesia, e aos primórdios de um mercado unificado. A monarquia tinha interesses na concentração de tesouros e no incentivo ao comércio uma vez que através dele o Estado obtinha financiamento. Nas guerras de competição entre as nobrezas a quantidade de mercadorias de cada Estado era importante para sua força militar e política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto de Charles Tilly defende o monopólio da legitimidade, uma visão werberiana, quando diz “ O Estado é uma comunidade humana que reivindica o monopólio do uso legítimo de força física dentro de um determinado território.”. O Estado Absolutista desarmou a população civil e privatizou a segurança, desta forma, aplicando a força obteve condescendência e vantagens. A preparação para a guerra criou as estruturas internas dos Estados. Quando as guerras se tornaram mais complexas, com o uso de armas, pólvora e técnicas,  necessitou de mais capital. Os impostos não eram suficientes para sustentar as guerras. A rapidez do Estado em conseguir empréstimos se tornou decisiva para o êxito militar. Tais empréstimos originaram as dívidas nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, os textos comprovam historicamente que após a transição do Feudalismo para o Estado Absolutista o poder de coerção se centralizou no Estado e este continuou favorecendo a nobreza, a burguesia e controlando as massas. As atividades econômicas da burguesia e os impostos do povo financiavam guerras comandado pelos nobres entre Estados pela disputa por territórios. Por causa das guerras, os governantes iniciaram atividades e organizações que adquiriram funcionamento e que caracterizam até os dias atuais as formas do Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111093598057413007?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111093598057413007/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111093598057413007' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111093598057413007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111093598057413007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/o-poder-de-coero-e-formao-dos-estados_15.html' title='O poder de coerção e a formação dos Estados absolutistas'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111050865469358820</id><published>2005-03-10T18:36:00.000-08:00</published><updated>2005-03-10T18:37:34.696-08:00</updated><title type='text'>Comentário Crítico_ Ascensão e queda das grandes potências, Paul Kennedy</title><content type='html'>Como um continente fragmentado conseguiu se tornar um centro hegemônico como a Europa foi, enquanto outros Estados com feitos e características incríveis não foram? Por causa da diversidade geográfica e climática, tornou-se difícil a centralização de poder tanto comandada por uma força externa quanto por uma interna, dessa forma o continente sempre se apresentou politicamente fragmentado. Os Estados europeus rivais tiveram acesso às novas técnicas militares durante o mesmo período, o que fez com que não houvesse entre eles uma vantagem decisiva. Ao mesmo tempo, a descentralização de poder criou uma corrida armamentista que colocou a Europa na frente das outras civilizações e centros de poder do mundo. Além disso, o comércio proporcionou uma economia lucrativa. Enfim, Kennedy coloca que a Europa conseguiu se desenvolver como grande potência por possuir características únicas que não existiam nas demais civilizações, como aliar crescente economia, com pluralismo político e militar e com a liberdade intelectual baseada numa cultura que permitia a modernização, a guerra e o comércio exterior. Entretanto, a principal vantagem européia que não foi mencionada pelo autor, foi o fato dos demais Estados -Mongóis, chineses, Turcos Otomanos...- que estavam a um passo de se tornarem potência terem se fechado para si mesmo e de certa forma desistido de dominar o mundo da forma como a Europa sempre esteve disposta a dominar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111050865469358820?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111050865469358820/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111050865469358820' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111050865469358820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111050865469358820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/comentrio-crtico-ascenso-e-queda-das.html' title='Comentário Crítico_ Ascensão e queda das grandes potências, Paul Kennedy'/><author><name>Nathalia Dreyer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00691793651735413533</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-111032918204201425</id><published>2005-03-08T16:45:00.000-08:00</published><updated>2005-03-08T16:46:22.046-08:00</updated><title type='text'>After Victory</title><content type='html'>O texto After Victory aborda a questão da soberania e ordem num pós guerra, quando as relações de poder se alteram com o estabelecimento de um novo pólo, alterando o sistema internacional. No pós-guerra emerge uma nova potência criando relações assimétricas com os Estados mais poderosos e com os fracos. O Estado vencedor se torna, em geral, um centro hegemônico. Esse poder pode ser usado para dominar, transformar essa nova ordem ou abandonar esse período pós-guerra.  Historicamente, os líderes decidiram optar pela transformação mesmo que  esse seja o caminho mais difícil, ele é o que produz uma maior durabilidade nesse sistema internacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa e a doméstica apresentam fundamentos diferentes, por isso o sistema internacional não é necessariamente democrático. Isso porque política interna é governada por leis e instituições  enquanto a externa é pelo exercício de poder.A visão realista estabelece que a ordem é criada e mantida pelo poder estatal e os seus dois fundamentos são a balança de poder e a hegemonia. Ordens são estabelecidas pela balança de poder são frutos do ajuste entre as concentrações de poder dos Estados numa condição de anarquia, ou pela dominação coerciva de um Estado hegemônico. Pela tese dos neorealistas, o sistema internacional é mantido por um Estado hegemônico através da persuasão e acordos mais benéficos ao Estado preponderante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições têm como função, para os liberais, facilitar a cooperação, modificar o poder estatal e mudar o meio pelo qual os Estados buscam sues objetivos. Para os neoliberais, as instituições são vistas como acordos entre os atores para diminuir as incertezas e resolver problemas internacionais. Já para os construtivistas, as instituições são difusoras de visões de mundo e moldam a estratégia entre os Estados. Para uma outra teoria, elas influenciam o modo como o poder é distribuído entre indivíduos e grupos no sistema político. No pós guerra (1945) as circunstâncias possibilitaram o crescimento de instituições e acordos intergovernamentais, aumentando a ligação dos Estados e assim, dificulta a ordens alternativas de se estabelecerem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-111032918204201425?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/111032918204201425/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=111032918204201425' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111032918204201425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/111032918204201425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/03/after-victory.html' title='After Victory'/><author><name>Camila Pontual</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06980374929128453972</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091918.post-110939762573119648</id><published>2005-02-26T03:01:00.000-08:00</published><updated>2005-03-04T11:02:50.823-08:00</updated><title type='text'>Kaiser Guilherme II</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;img src="http://www.deutschlanddokumente.de/Bilder/Wilhelm_2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091918-110939762573119648?l=kaiserguilherme2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/feeds/110939762573119648/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091918&amp;postID=110939762573119648' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/110939762573119648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091918/posts/default/110939762573119648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kaiserguilherme2.blogspot.com/2005/02/kaiser-guilherme-ii.html' title='Kaiser Guilherme II'/><author><name>Zaira Lanna</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
